Eu já nem sei se é rotina
Ou se virou mania minha.
Eu conto a mim mesma uma mentira
Pelo menos uma vez por dia.
Que é pra ver se eu me afasto
Da saudade tua
Que é pra ver se eu devasto
Essa tristeza muda.
De não te ter por perto
De não saber ao certo
Se você ainda volta.
Pelo menos uma vez por dia
Eu fico a pensar
Na poesia daquele olhar...
Uma mistura de mistérios e desejos
Que no meu anseio eu tento desvendar.
Entre o céu e o inferno
Eu vou vivendo...
No meio termo dos extremos que podes causar.
Entre a ingenuidade e o prazer
No meio termo dos extremos que podes oferecer.
Longe do labirinto dos seus lábios
Sol sem brilho, caminho sem trilho
A vida vai seguindo.
E a lua no alto
Iluminando meu rosto sem cor
E a brisa fria
Tocando minha pele de sonhador...
Marionete do amor...
quinta-feira, 1 de abril de 2010
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Um comentário:
Muito Bom. Parabens
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