terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Mãe é mãe, em qualquer lugar do mundo



Eu sei que o tempo passa
E a gente quase não vê
Sente, sofre, chora
Sempre sem querer

Eu sei que você adora
Tudo que é tão clichê
O café na mesa, a cortina rosa
Tão demodê

O relógio para
E eu não sei porque
A reclusão, antiga tara
Insiste em me fazer perder

Em antigas horas
Quase sem viver
Eu relembro meu espelho
Eu ajoelho ao chão, eu recordo você.

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