Às vezes penso na felicidade como uma caixinha com bombons dentro que ganhou do namorado - que é outra coisa muito gostosa de se ter.
E então, nunca se abre aquela pequena caixa de prazer. Guarda-a por tanto tempo que se esquece que a têm nas mãos, ou então, devora-a com tamanha rapidez que é pega por uma enorme dor de barriga depois.
E ao que se resume tudo isso? Que não há meio termo para a felicidade, ou se permite a ela, ou não se permite.
Não dá para ser meio feliz.
"O que me mata é o cotidiano. Eu queria só exceções."
(Clarice Lispector)
quarta-feira, 10 de março de 2010
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