segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Há dois caminhos que podes seguir na vida;




O da natureza e o da graça. Deves escolher o que vais seguir. O caminho da graça não teme desagradar nem foge dos sacrifícios, enquanto o caminho da natureza
tende à auto complacência e à auto afirmação em relação aos outros. Felizmente foi-nos dada a possibilidade de regressar em qualquer momento, inclusive no último, ao caminho da graça.

(Terrence Malick - Árvore da Vida)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Os aspectos negativos do imediatismo e da impulsividade dependem do ponto de vista - ou da altura do tombo.

Os nossos desejos momentâneos

Coincidem muitas vezes, com algo que no futuro desprezaríamos se tivéssemos.




Querer muito não é o bastante, a questão é; você ficaria se tivesse?

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O que é mais chocante que a verdade, são as mentiras que são inventadas para encobri-la.
Mas a pior coisa sobre a verdade é quando você descobre que ela não vai te libertar, vai te trancar para sempre.

Filho do Vento




O Vento que corria solto, viu-se frágil frente a Paixão. A Paixão, bem mais sábia, levou o Vento pra onde quis. Seduzível como era o Vento deixou-se cegar pelo fascínio. Mal sabia ele que era apenas uma faísca - a Paixão gostava de colecionar amores e cumpria sua tarefa com exímio.
Enfurecido ao descobrir que fora enganado, o Vento pôs-se a perseguir a Paixão, a ladra que roubou teu coração. Sua ira fez logo apagar aquela faísca e quando a tempestade se afastou ele pode ver o fruto que havia plantado em sua amante. Ainda irado, soprou pra longe a Paixão com sua semente.
O Tempo foi quem a encontrou e bem mais sábio que o Vento, a trancou e só a soltou quando trouxe ao mundo o filho do Vento.
- Vá agora, livre e leviana Paixão. Vá buscar outro amor, tomar pra ti outro coração.
E a paixão seguiu então, deixando solto no mundo o filho do Vento.
O filho do Vento, por herança receberá os dons de sua mãe. Sabia seduzir como ninguém um coração e suas palavras tinham mais poder do que qualquer furacão. Do vento herdara a liberdade, e com o Tempo aprendera toda a verdade.
- Vá agora, filho do Vento. Desça a Terra e não perca Tempo. Já há alguém pra atravessar teu caminho, confio em ti para passar meus ensinamentos. Apenas cumpra sua tarefa e não ficará sozinho.
E foi em forma humana que o Tempo o lançou a Terra. A beleza de sua mãe e a graça de seu pai conquistavam os olhares por onde passava. Mas já haviam olhos que esperavam por ele - sem saber - e em breve aquele rosto seria a primeira visão de todas as manhãs que iria desejar ter.
O filho do Vento voava como seu pensamento, e ao contrário de como guardava a ti mesmo seu pensamento espalhava suas belas palavras a quem lhe interessava. Estendeu seu caminho mais do que deveria e o Tempo, que só observava desapontado, mudou o trajeto do filho do Vento. Encurtou as horas dos dias e os dias das semanas, e em uma noite fria e nublada em meio a uma festa que não parecia comemorar nada, uniu dois caminhos para uma mesma direção e lhe mandou um aviso.
- Já é mais do que tempo de cumprir tua missão.
O filho do Vento fez o que sabia fazer bem a sua mãe; roubou um jovem coração que nada havia provado do amor - sequer havia sentido alguma dor.
E então, ele tratou de lhe mostrar o sabor dos sentimentos que ela não conhecia. Mas junto, ele que não queria provar do próprio veneno, sentiu seu coração ser tomado por inteiro.
O filho do Vento então se apaixonou. Só não decepcionou sua mãe porque ela estava muito ocupada decepcionando e desolando outros corações. E seu pai, o Vento, nem mesmo passava por ele. Sobrava a quem olhar por ele o Tempo. Mas esse não se decepcionara; mandara a Terra o filho do Vento em forma humana, para que ele também pudesse provar do sabor da Vida. Ele dizia:
- Os humanos jamais aprenderão pelas palavras sem provar o sal das lágrimas. Em breve, tudo se encaixará.
O Tempo, o maior sábio não podia estar errado; mas era assim que o filho do Vento o via. Questionava os erros cometidos e lamentava pelo tempo perdido.
- Que aprendizado se tem, quando dois corações se tornam quebradiços? Pra que perdi tanto tempo se agora o que ganho é apenas um coração partido?
O Tempo, paciente respondeu:
- Meu jovem, foi com um propósito que te dei um coração, e eu recomendo tê-lo menosprezado, a qualquer pessoa.
 O filho do Vento carregava o fardo dos erros de sua mãe, que como dizia o Tempo;
- Essa é um espelho quebrado, sem conserto. Seus pedaços caíram pela Terra e ela vive a procurar. Essa é sua desculpa por viver a tantos corações atormentar.
Carregava também o peso do egoísmo de seu pai.
- O Vento é um pretensioso arrogante; se preocupa apenas em preservar sua liberdade e quando zangado destrói tudo o que vê pela frente.
O filho do Vento calejado, até os ossos, decidiu desviar-se do caminho que o Tempo o havia colocado. A vida que caminhava contigo lado a lado, perdeu a cor e aprendeu tudo sobre a dor; mas perdeu o amor.
- Agora nossos passos estão longe um do outro e eu cai. Cai para onde nem lembro mais como é, eu cai para a vida sem você, pra lembrar-se de quem eu era antes de te ter.
O Tempo que nem sempre era bondoso, estendeu as horas de seus dias e os dias de suas semanas, o vazio a preenchia e não sobrava espaço para mais nada. Viveu a pensar em como era estranho aquela coisa de imaginar mil coisas e nunca tirar uma da cabeça. Mas vivia agora com uma certeza.
- Eu fui condenada pelo Tempo.
No escuro da solidão ficou e o filho do Vento foi levando seus passos para outra direção. Não esperou o Tempo e fez seu próprio caminho. Atravessou a rua, pôs a frente um escudo e cantou um novo amor - Agora ele procurava desaprender a sentir a dor.


segunda-feira, 19 de setembro de 2011



Deus me dê Força. Deus me dê Coragem.
Pois hoje, especialmente hoje, estamos todos por um fio.
Hoje, especialmente hoje, eu estou por um fio. Tênue.
Esteja comigo, Amém.



I'll still find my lost horizon, give me your hand?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Clichê?



Estabilidade não é sinônimo de satisfação, transparência não é sinônimo de competência. Mas ambição é sinônimo de evolução, e evolução é sinônimo de inovação.



"Sonhe como se fosse viver para sempre, viva como se fosse morrer amanhã" 
Play is Hard, Keep Walking.


Cresça. Evolua. Produza. Inove. Crie. Seja. Viva! 
Sua vida está acontecendo, agora.

 Hedonê, Live your life -  Carpe diem





Se estiver pensando em ir, vá. Vá e experimente. Mas não fique como se estivesse pela metade.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

-Sabe a garota do copo d’água?


-Sei.
-Se está distante, talvez seja porque está pensando em alguém.
-Em alguém do quadro?
-Não, alguém com quem cruzou em algum lugar, e sentiu que eram parecidos.
-Em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente que criar laços com os que estão presentes.
-Ao contrário, talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.
-E ela? E a bagunça na vida dela? Quem vai pôr ordem?

“O almoço dos barqueiros”, 1881, Renoir
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Você é o dono de sua vida




O que pretende fazer com ela?

- Felicidade...




- Como fazê-la ficar?

terça-feira, 26 de julho de 2011

James Blunt - Wisemen



Look who's alone now,
It's not me. It's not me.
Those three Wise Men,
They've got a semi by the sea.
Got to ask yourself the question,
Where are you now?

sábado, 16 de julho de 2011

Um homem acostumado com a vitória jamais se conformará com a derrota.
Mas um homem acomodado com a derrota jamais conhecerá a vitória.

Aos que tem fé e coragem, os meus melhores cumprimentos.

sábado, 18 de junho de 2011

Sobre Provas de Amor

- Você me ama?
- Muito.
Silêncio.
- O que você faz para provar isso?
- Não se prova um amor que não se pode medir. Eu disse que amo, e muito.
- Mas deve provar, de alguma maneira.
- Não importa o que se faça, nunca será suficiente para provar um amor que não tem tamanho.
Silêncio.
- Eu preciso de um rim.
- Eu te dou.
- Eu preciso de um fígado.
- Eu te dou.
- Eu preciso de um baço.
- Eu te dou.
- Eu preciso de um coração.
- Já é teu.

quarta-feira, 30 de março de 2011

La vie en rose




La vie en rose ao fundo mas sua vida não é nada parecida com a poesia que romantiza a noite. E lá estão, os olhares mais perdidos do mundo, tão direcionados para o nada, tão capturadores de tudo.
Seu vestido era nude e havia um profundo decote nas costas, eu quase podia ver o que escondia por trás do fino tecido que caia por seu corpo. A maquiagem era a mesma de todas as quintas-feiras, o mesmo batom cereja manchava o contorno da fina taça que lhe aliviava como um analgésico. Chamava assim:
- Mais uma injeção de ânimo por favor!
Suas palavras tropeçando só me remetiam a certeza de sua infelicidade, parecia uma daquelas mulheres de filmes antigos, tão tristes com seus martinis e um cigarro na mão. Tão despreparadas e inseguras aprisionadas em sua própria solidão, independente de terem companhia ou não.
Um piano bar logo atrás, olhares masculinos especulativos uma triste bela dama estão a admirar, seus belos trajes, leves toques, finos traços a desnortear.
- O que está olhando, rapaz! Eu pedi mais um...
- Dry Martini, é claro, senhorita Martina.
- Então não fique me olhando como um tolo e sirva-me.
Ao seu lado estava um homem elegante, um perfeito cavalheiro com seu paletó preto, vodka com rum era seu drink preferido, amor perfeito.
- Senhorita Martina... Deve ser por isso que gosta tanto desse drink.
- De que importa o que gosto e o que não gosto, faço isso todas as semanas só por comodidade, aliás, um estranho interferindo na minha intimidade? Como se atrave?
- De que importa o meu atrevimento se a minha certeza de que par melhor não haverá para dançar com os braços meus é bem maior? Conceda-me essa dança, Senhorita Martina?
- Se mover os pés tão bem quanto uma conversa com uma estranha Sr...?
- Joseph, Joseph Lincoln senhorita.
Pela noite toda dançaram, como se fossem o único casal no salão. O ar de tristeza dera espaço a um lindo sorriso, expressão que sua face nunca mostrará.
Incontáveis drinks e inigualáveis olhares, se perderam de repente sem nenhum adeus. Procurou seu par por toda a noite, e foi em uma solitária caminhada que voltou para sua casa, e de sua casa para o mesmo balcão.
- O que está olhando, rapaz! Eu pedi mais um...
- Dry Martini, é claro, senhorita Martina.
- Então não fique me olhando como um tolo e sirva-me. Ora, veja só, o atendimento nesse balcão não é mais o mesmo.
Não é mais o mesmo. Nunca mais será. Agora seus trajes tão mal cuidados, o delineador borrado e nada elegante se junta as marcas em seu rosto que o tempo cuidou de lhe apresentar. Seus lábios mais finos que outrora, a voz talvez menos doce, o olhar talvez menos esperançoso e ainda a mesma fumaça em sua volta.
O tempo é tudo o que nos tornamos.
Ela apenas mais uma mulher mal amada, desiludida e ainda iludida com a volta de seu amado, destinada a sozinha ficar. E eu, mais um a desejar, que fossem eternos e felizes, todos aqueles amores que começam em um balcão de bar.

"Hold me close and hold me fast

The magic spell you cast
This is La vie en rose

When you kiss me heaven sighs
And tho I close my eyes
I see La vie en rose

When you press me to your heart
I'm in a world apart
A world where roses bloom

And when you speak...angels sing from above
Everyday words seem...to turn into love songs
Give your heart and soul to me
And life will always be
La vie en rose"

terça-feira, 29 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011






"Por quê razão não respeitam a Deus? Por que não respeitam a Deus? Tudo isso que vocês têm, tudo o que vocês usam, de onde vem?
Por que não respeitam a Deus? Enquanto com efeito Ele vos criou e de vossas criações desfrutá-lo-eis?"

domingo, 20 de março de 2011





A vida, talvez, seja apenas uma busca de como será narrado o fim. Procuramos em tudo o sentido e o final junta todos os pontos. E eu ouvi falar por ai, que santifica.

What you think?






Eu, sinceramente, gosto tanto de confissões quanto gosto de opiniões. Um trash. Palpitações quase me fazem vomitar e me levam a retomar aquela velha frase: Porque você simplesmente não... Some?
Não que a rispidez e a ironia sejam meu forte, longe disso, mas às vezes penso: Onde está a capacidade de cada um cuidar de seus assuntos?
Fico entediada e juro que tento disfarçar meus bocejos quando alguém me vê em estado "caótico" e dão-me opiniões que não me serviriam nem que eu as admirasse e aceitasse.
Subjugações e tentativas de influência também não estão na lista de características alheias que mais aprecio. O silêncio podia muito bem dominar aquelas ocasiões constrangedoras em que somos interrogados ininterruptamente como foi Joana D'Arc pelos clérigos em Chinon e Poitiers (não vamos citar a indescritível tensão) e após isso acusados como tal; Heresia!
Como é insuficiente ainda, queimem em praça pública - e que fogueira.

É, no século XXI ainda acontece.


image


Ah, é melhor parar por aqui. Vou por ali, fumar um cigarrinho - sem esquecer o elmo.

Os melhores cumprimentos,
I.

Romeo and Juliet



Eu quero ir no cinema. Jantar, sem ter uma indigestão depois disso. Dormir e acordar com alguém do meu lado. Andar de mãos dadas, almoçar na casa dele, ouvindo a mãe dele dizer o que fez de sobremesa, e que é especialmente para mim.  Eu quero uma aliança, eu quero um elo. Eu quero um alibi, um cumplice. Eu quero fugir de casa, e de mim mesma. Eu quero me apaixonar, e desapaixonar depois. Eu quero me perder, só pra me encontrar. Eu quero chegar atrasada, e ele ainda estar lá, sorrindo. Eu quero ouvir a voz dele me dizendo que estou linda, mesmo estando desarrumada. Eu quero cruzar os mares, e todos os meus medos. Eu quero dizer; eu te amo. Eu quero ser a primeira pessoa a vê-lo acordar todos os dias. Eu quero queijo com goiabada. Eu quero ganhar flores. Eu quero ser desarmada. Eu quero alguém que se lembre das datas. Eu quero a mais linda das notas, só para mim. Eu quero acreditar que o fim não será breve. Eu quero cobrí-lo de neve. E incendiar depois. Eu quero um poema para nós dois. Eu quero uma carta quilometrica. Eu quero ser a mulher mais desejada. E invejada.
Eu quero um vinho sobre a mesa, e velas. E pétalas de rosas sobre a cama. Eu quero uma aventura
sendo ela louca e romântica. Eu quero Veneza, mesmo cheirando a xixi. Eu quero alguém aqui, que me ajude
a decidir o que fazer. Eu quero zombar das pessoas na rua. E saber que tudo o que elas apenas lêem sobre o
amor, eu vivo. Eu quero me casar. E ter um amor tranquilo, sem que isso acabe em divórcio ou mesas de bar. Eu quero comprar todos os cd's do Roberto Carlos. Eu quero um abraço. E que ele se sinta realizado ao me chamar de sua mulher. Eu quero compartilhar, aprender, ensinar e realizar. Eu quero a nossa casa. Árvores, jardim e crianças. Eu quero a vida bem mais que sonhos ou lembranças. Eu quero amor pra não caber no peito. E não precisa ser perfeito, basta ser verdadeiro. Eu quero um banho de chuva e secar ao Sol, do seu lado.
Eu quero um balanço, uma dança, um abraço. Eu quero algo diferente, alguém pra ser só meu. Eu quero um mal que só me faça bem. Eu quero contar as manchinhas da sua pele. Eu quero ver o sol refletir nos seus olhos, eu quero saber falar e curar as suas cicatrizes, eu quero cuidar de você. Eu quero que você cuide de mim e não esqueça das minhas virtudes quando eu fraquejar. Eu quero um ombro e alguém pra me escutar, que esqueça os defeitos, eu quero uma companhia e não apenas uma presença. Eu quero ser o que você pensa, eu quero só pensar em você. Eu quero ficar acordada pra cuidar do seu sonho, e ter certeza pelo seu sorriso que eu estou nele também. Eu quero brincar, mimar, apertar você, te trancar em mim e te deixar livre pra partir, mas você nunca ir ... E que a nossa libertade se torne o que nos una ainda mais. Quero ganhar bombons. Quero te ver abrindo a porta e reconhecer até os seus passos. Eu quero envelhecer, embregar do seu lado. Eu quero conhecer os seus olhos, eu quero que eles se percam nos meus. Eu quero que você olhe pra mim sempre como a primeira vez. Eu quero o seu sorriso, razão do meu.



Sabe qual a maior ironia da dor ?
É quem na maioria das vezes,você so quer ser consolado por quem lhe feriu .


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Eu quero Romeo e Julieta.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Zay el hawa, ya habibi...



Zay el hawa...

Mãe é mãe, em qualquer lugar do mundo



Eu sei que o tempo passa
E a gente quase não vê
Sente, sofre, chora
Sempre sem querer

Eu sei que você adora
Tudo que é tão clichê
O café na mesa, a cortina rosa
Tão demodê

O relógio para
E eu não sei porque
A reclusão, antiga tara
Insiste em me fazer perder

Em antigas horas
Quase sem viver
Eu relembro meu espelho
Eu ajoelho ao chão, eu recordo você.

- Aquela estrela é dela,




Vida, vento, vela leva-me, daqui..."


...Minha doce, leve e fria,
Sempre amiga, me guia...
Minha doce, leve brisa,
Minha breve companhia...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Do Something Love





"You do something hurt
You do something pain
Why don't you do something love for a change?

You do something cruel
You do something hate
Why don't you do something love for a change?

Why don't you do something love?
Why don't you do something love for a change?"

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Dear H... Want u,



"Is everything a baited hook?
And are there locks on our doors?
If you're looking for an open book
Look no further, I am yours"


I found you, that's enough for me.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011